terça-feira, 29 de abril de 2008
Tv Digital
A televisão digital no Brasil remete à implementação do sistema digital de televisão no Brasil que entre 2005 e 2007 se definiu de maneira significativa, apesar de muitas polêmicas quanto ao padrão adotado e alguns impasses ainda pendentes.
A primeira transmissão oficial de sinal de TV digital no Brasil ocorreu em 2 de dezembro de 2007, às 21h20, na Sala São Paulo, na cidade de São Paulo. A solenidade reuniu mais de 2000 pessoas e contou com a presença do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e de grandes empresários do setor.
Em 7 de abril esta Televisão chegou à Belo Horizonte, e no dia seguinte (8 de abril) chegou ao Rio de Janeiro. Em ambas a Televisão Digital foi inaugurada pela RedeTV!.[1]
Está programada uma campanha para popularização da televisão digital brasileira a partir de maio de 2008. Esta incluirá demonstrações em pontos de grande circulação[2].
Índice
MAITê
A primeira transmissão oficial de sinal de TV digital no Brasil ocorreu em 2 de dezembro de 2007, às 21h20, na Sala São Paulo, na cidade de São Paulo. A solenidade reuniu mais de 2000 pessoas e contou com a presença do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e de grandes empresários do setor.
Em 7 de abril esta Televisão chegou à Belo Horizonte, e no dia seguinte (8 de abril) chegou ao Rio de Janeiro. Em ambas a Televisão Digital foi inaugurada pela RedeTV!.[1]
Está programada uma campanha para popularização da televisão digital brasileira a partir de maio de 2008. Esta incluirá demonstrações em pontos de grande circulação[2].
Índice
MAITê
PODCAST
Os podcasts --também chamados de podcastings-- são arquivos de áudio transmitidos via internet. Neles, os internautas oferecem seleções de músicas ou falam sobre os mais variados assuntos --exatamente como acontece nos blogs. A palavra que determina esta nova tecnologia surgiu da fusão de iPod (toca-MP3 da Apple) e broadcast (transmissão via rádio).
Além de possibilitar a divulgação de diversos temas --que rádio teria programas para fãs de "Star Trek" ou admiradores de literatura russa?--, os podcasts libertam os ouvintes da grade de programação. Os arquivos, baixados em computadores ou tocadores portáteis, podem ser ouvidos a qualquer hora.
Como ouvir
Para receber podcasts em seu computador, o usuário deve instalar um agregador de informação em seu micro. Atualmente, um dos mais populares é o software gratuito iTunes, da Apple, que atualiza os programas selecionados pelo usuário. iPodder e Primetime Podcast Receiver também estão entre as opções.
É necessário cadastrar estes programas no agregador para que a atualização aconteça automaticamente. Assim, o usuário deve entrar na página de um podcast, clicar com o botão direito no link "RSS" ou "XML"
-- XML --, selecionar a opção "copiar atalho" e colar o endereço selecionado no agregador. Do computador, estes arquivos podem ser transferidos para tocadores portáteis.
MAITÊ
Além de possibilitar a divulgação de diversos temas --que rádio teria programas para fãs de "Star Trek" ou admiradores de literatura russa?--, os podcasts libertam os ouvintes da grade de programação. Os arquivos, baixados em computadores ou tocadores portáteis, podem ser ouvidos a qualquer hora.
Como ouvir
Para receber podcasts em seu computador, o usuário deve instalar um agregador de informação em seu micro. Atualmente, um dos mais populares é o software gratuito iTunes, da Apple, que atualiza os programas selecionados pelo usuário. iPodder e Primetime Podcast Receiver também estão entre as opções.
É necessário cadastrar estes programas no agregador para que a atualização aconteça automaticamente. Assim, o usuário deve entrar na página de um podcast, clicar com o botão direito no link "RSS" ou "XML"
-- XML --, selecionar a opção "copiar atalho" e colar o endereço selecionado no agregador. Do computador, estes arquivos podem ser transferidos para tocadores portáteis.
MAITÊ
O que é 3G?
A terceira geração de telefonia celular amplia a capacidade de envio e recebimento de dados pela rede das operadoras móveis. Com isso, o usuário consegue acessar aplicativos de dados sofisticados com velocidade. Um dos exemplos é a videochamada, que permite ao interlocutor ver com quem está falando. Além disso, o 3G permite às operadoras móveis oferecer serviços de acesso à internet em banda larga com velocidades semelhantes às encontradas em ofertas que usam tecnologias como o ADSL e o cabo, usadas por empresas de telefonia fixa e TV a cabo.
Anatel e operadoras assinam contratos de 3G...
Nesta terça-feira, 29/04, Claro, Vivo, TIM, Oi, CTBC e Telemig Celular assinaram os contratos de 3G na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), em cerimônia realizada pela manhã.
A TIM anunciou que a partir de 1º de maio oferecerá o serviço nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo, utilizando a freqüência de 2.1GHz adquirida no leilão. Desde 16/04, a operadora mantém rede 3G em operação em seis cidades: Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador, usando a freqüência de 850 MHz, que já tinha sido adquirida anteriormente. Além da TIM, Claro, Telemig Celular, CTBC também têm ofertas de 3G.
Entenda a demora na assinatura dos contratos
O leilão de 3G foi realizado em dezembro, mas apenas há cerca de uma semana o TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou o negócio. A análise do TCU considerou três aspectos: exame de viabilidade da concessão ou permissão; exame do edital e da minuta dos contratos, exame da habilitação e do julgamento das propostas. A aprovação de todas elas foi unânime.
Claro, Vivo, TIM, Oi, CTBC e Telemig Celular adquiriram faixas de freqüência de 1,9GHz e 2,1GHz, para oferecer serviços em diversos estados do Brasil. O valor total chegou em R$ 5.338.728.474,08, com ágio de 86,67% sobre os R$ 2.859.913.737,08 estimados pelo Governo.
A TIM anunciou que a partir de 1º de maio oferecerá o serviço nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo, utilizando a freqüência de 2.1GHz adquirida no leilão. Desde 16/04, a operadora mantém rede 3G em operação em seis cidades: Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador, usando a freqüência de 850 MHz, que já tinha sido adquirida anteriormente. Além da TIM, Claro, Telemig Celular, CTBC também têm ofertas de 3G.
Entenda a demora na assinatura dos contratos
O leilão de 3G foi realizado em dezembro, mas apenas há cerca de uma semana o TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou o negócio. A análise do TCU considerou três aspectos: exame de viabilidade da concessão ou permissão; exame do edital e da minuta dos contratos, exame da habilitação e do julgamento das propostas. A aprovação de todas elas foi unânime.
Claro, Vivo, TIM, Oi, CTBC e Telemig Celular adquiriram faixas de freqüência de 1,9GHz e 2,1GHz, para oferecer serviços em diversos estados do Brasil. O valor total chegou em R$ 5.338.728.474,08, com ágio de 86,67% sobre os R$ 2.859.913.737,08 estimados pelo Governo.
Primeiro dicionário da língua portuguesa foi digitalizado e está na Web
O primeiro dicionário da língua portuguesa foi inteiramente digitalizado por alunos e docentes do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) e já está disponível para consulta pública e gratuita na Internet. O trabalho de digitalização, que durou cerca de um ano e meio, contou com apoio financeiro da Biblioteca Guita e José Mindlin. Trata-se do Vocabulário portuguez e latino, de autoria do padre Raphael Bluteau (1638-1734), que nasceu em Londres e mudou-se para Portugal em 1668.
Os primeiros oito volumes que compõem o dicionário foram publicados ao longo de dez anos: volumes 1 e 2 em 1712, volumes 3 e 4 em 1713, volume 5 em 1716, volumes 6 e 7 em 1720 e o volume 8 em 1721. Juntaram-se a esses oito volumes dois suplementos publicados entre 1727 e 1728, contendo mais de 5 mil vocábulos que não constavam nas edições anteriores.
Para padronizar as relações entre as ciências humanas e as tecnologias da informática, o projeto incluiu ainda a criação de um sistema de busca, em que o usuário pode procurar uma palavra tanto com base na ortografia atual como naquela empregada no século 18.
“O dicionário é composto por cerca de 43,6 mil verbetes. Um exemplo é a palavra açúcar, que na época se escrevia ‘assucar’. Além de poder encontrar esse vocábulo por meio dessas duas formas, o usuário pode buscá-lo com acento e sem acento”, disse a coordenadora do projeto Dicionários no IEB, Márcia Moisés Ribeiro, à Agência FAPESP.
“O sistema de busca permite ainda a navegação pelo dicionário por meio de cada letra do alfabeto”, conta. O projeto Dicionários no IEB tem como objetivo disponibilizar em versão digital dicionários de difícil acesso ao grande público.
Segundo a historiadora, esse tipo de iniciativa contribui para a preservação da obra enquanto documento raro, permitindo a maior divulgação do patrimônio cultural da língua portuguesa na rede mundial de computadores.
“Além de evitar o excessivo manuseio das obras raras, esse tipo de projeto permite o encurtamento das distâncias, gerando uma economia para as pesquisas com o deslocamento dos profissionais, principalmente nas ciências humanas como história, sociologia e letras", afirma.
A idéia de digitalizar o Vocabulário portuguez e latino, conta Márcia, surgiu em outro projeto de digitalização de obras raras, o Brasil Ciência, desenvolvido no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, entre 2002 e 2006, com apoio da FAPESP na modalidade Jovem Pesquisador.
“A proposta do Brasil Ciência foi digitalizar obras dos séculos 17 e 18 relacionadas ao pensamento científico brasileiro. O resultado foi a elaboração de um banco de dados digital com cerca de 800 documentos e 120 livros raros na íntegra, que também estão disponíveis no site do IEB para consulta pública e gratuita”, afirma a historiadora.
No âmbito do projeto Dicionários no IEB, Márcia explica que os próximos a serem trabalhados são os dicionários o Tesoro de La Lengua Guarani (1639), de Antonio Ruiz Montoya, o Diccionario Histórico e Documental (1899), de Souza Viterbo, e o Diccionario da Lingua Portuguesa (1813), de Antonio de Morais Silva.
“A digitalização dessas obras deve começar em maio e deverão estar on-line em um prazo de aproximadamente seis meses”, prevê.
Os primeiros oito volumes que compõem o dicionário foram publicados ao longo de dez anos: volumes 1 e 2 em 1712, volumes 3 e 4 em 1713, volume 5 em 1716, volumes 6 e 7 em 1720 e o volume 8 em 1721. Juntaram-se a esses oito volumes dois suplementos publicados entre 1727 e 1728, contendo mais de 5 mil vocábulos que não constavam nas edições anteriores.
Para padronizar as relações entre as ciências humanas e as tecnologias da informática, o projeto incluiu ainda a criação de um sistema de busca, em que o usuário pode procurar uma palavra tanto com base na ortografia atual como naquela empregada no século 18.
“O dicionário é composto por cerca de 43,6 mil verbetes. Um exemplo é a palavra açúcar, que na época se escrevia ‘assucar’. Além de poder encontrar esse vocábulo por meio dessas duas formas, o usuário pode buscá-lo com acento e sem acento”, disse a coordenadora do projeto Dicionários no IEB, Márcia Moisés Ribeiro, à Agência FAPESP.
“O sistema de busca permite ainda a navegação pelo dicionário por meio de cada letra do alfabeto”, conta. O projeto Dicionários no IEB tem como objetivo disponibilizar em versão digital dicionários de difícil acesso ao grande público.
Segundo a historiadora, esse tipo de iniciativa contribui para a preservação da obra enquanto documento raro, permitindo a maior divulgação do patrimônio cultural da língua portuguesa na rede mundial de computadores.
“Além de evitar o excessivo manuseio das obras raras, esse tipo de projeto permite o encurtamento das distâncias, gerando uma economia para as pesquisas com o deslocamento dos profissionais, principalmente nas ciências humanas como história, sociologia e letras", afirma.
A idéia de digitalizar o Vocabulário portuguez e latino, conta Márcia, surgiu em outro projeto de digitalização de obras raras, o Brasil Ciência, desenvolvido no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, entre 2002 e 2006, com apoio da FAPESP na modalidade Jovem Pesquisador.
“A proposta do Brasil Ciência foi digitalizar obras dos séculos 17 e 18 relacionadas ao pensamento científico brasileiro. O resultado foi a elaboração de um banco de dados digital com cerca de 800 documentos e 120 livros raros na íntegra, que também estão disponíveis no site do IEB para consulta pública e gratuita”, afirma a historiadora.
No âmbito do projeto Dicionários no IEB, Márcia explica que os próximos a serem trabalhados são os dicionários o Tesoro de La Lengua Guarani (1639), de Antonio Ruiz Montoya, o Diccionario Histórico e Documental (1899), de Souza Viterbo, e o Diccionario da Lingua Portuguesa (1813), de Antonio de Morais Silva.
“A digitalização dessas obras deve começar em maio e deverão estar on-line em um prazo de aproximadamente seis meses”, prevê.
*Do papel para a Web.
Robô Asimo vai reger apresentação de orquestra nos EUA ...
São Paulo, 29 de abril de 2008 - O humanóide Asimo da Honda será o maestro da apresentação da Orquestra Sinfônica de Detroit no dia 13 de maio.
O robô da Honda roubará a atenção na noite de abertura do primeiro concerto da temporada da OSD de Detroit com a perfomance "Impossible Dreams."
Um dos objetivos da iniciativa é chamar atenção para os programas educacionais da OSD, numa tentativa de encorajar crianças a se interessarem por música clássica. Recentemente, a Honda concedeu US$ 1 milhão para criar o fundo "The Power of Dreams Music Education", com o intuito de reforçar a educação das crianças pela música.
*cada vez mais a tecnologia nos surpreendendo.Comentem!!!
www.uol.com.br
O robô da Honda roubará a atenção na noite de abertura do primeiro concerto da temporada da OSD de Detroit com a perfomance "Impossible Dreams."
Um dos objetivos da iniciativa é chamar atenção para os programas educacionais da OSD, numa tentativa de encorajar crianças a se interessarem por música clássica. Recentemente, a Honda concedeu US$ 1 milhão para criar o fundo "The Power of Dreams Music Education", com o intuito de reforçar a educação das crianças pela música.
*cada vez mais a tecnologia nos surpreendendo.Comentem!!!
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História do Celular: O primeiro Alô
A primeira chamada de um telefone celular foi realizada em 03 de abril de 1973, em Nova Iork, nos Estados Unidos, pelo pesquisador Martin Cooper, da Motorola. Somente dez anos depois, o celular chegou ao mercado americano e europeu, pesando 794 gramas e custava aproximadamente 4.000 mil dólares. Devido ao seu peso ganhou o apelido de “tijolo” pelos consumidores. O celular chegou ao Brasil em 1990. Na época, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel), o país contava com 667 aparelhos. Em 1991, o número passou para 6.700 unidades. Em 1992 ultrapassou os 30 mil telefones celulares. Com a privatização da telefonia móvel no Brasil em 1997, o mercado se abriu para o capital privado, onde ocorreu um grande investimento no setor. Ocorreu um enorme aumento na produção de aparelhos, com isso, novos serviços foram oferecidos a um menor preço, numa disputa por novos consumidores.Ao longo dos anos, novos modelos mais sofisticados foram surgindo, fazendo com que os celulares mais básicos começassem a ficar mais baratos. Assim, a grande massa populacional teria acesso a essa tecnologia.A primeira chamada de um telefone celular foi realizada em 03 de abril de 1973, em Nova Iork, nos Estados Unidos, pelo pesquisador Martin Cooper, da Motorola. Somente dez anos depois, o celular chegou ao mercado americano e europeu, pesando 794 gramas e custava aproximadamente 4.000 mil dólares. Devido ao seu peso ganhou o apelido de “tijolo” pelos consumidores. O celular chegou ao Brasil em 1990. Na época, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel), o país contava com 667 aparelhos. Em 1991, o número passou para 6.700 unidades. Em 1992 ultrapassou os 30 mil telefones celulares. Com a privatização da telefonia móvel no Brasil em 1997, o mercado se abriu para o capital privado, onde ocorreu um grande investimento no setor. Ocorreu um enorme aumento na produção de aparelhos, com isso, novos serviços foram oferecidos a um menor preço, numa disputa por novos consumidores.Ao longo dos anos, novos modelos mais sofisticados foram surgindo, fazendo com que os celulares mais básicos começassem a ficar mais baratos. Assim, a grande massa populacional teria acesso a essa tecnologia.
domingo, 27 de abril de 2008
Site pornô para cegos vira fenômeno cult nos EUA
Um site dirigido a cegos que oferece descrições em áudio de páginas pornôs na Internet está virando um fenômeno cult nos Estados Unidos. Chamado Porn for the Blind (Pornô para cegos, em tradução literal), o site oferece clipes sonoros que trazem descrições, gravadas por voluntários, de cenas de sexo disponíveis na Internet. Somente neste mês de abril o site já recebeu mais de 150 mil visitas.
Antes de cada gravação, o locutor informa o endereço do site que está descrevendo para que os cegos possam acessar a página e então inicia a descrição das cenas de forma clara e direta com detalhes do cenário, cores, personagens e ambiente para que o usuário possa "imaginar" o que está se passando no vídeo.
O site, fundado em 2006, passou a aumentar gradualmente sua audiência desde que disponibilizou um software que permite que internautas voluntários gravem as descrições pornôs em áudio.
Segundo um dos fundadores, identificado como Elmer, desde que o sistema foi disponibilizado, em agosto de 2007, o site conta com 30 arquivos de áudio. Em entrevista à BBC Brasil, ele afirmou que o resultado tem sido positivo, mas que os usuários ainda pedem melhorias.
"A maioria das gravações até agora foi feita por homens e os usuários pedem mais clipes com vozes femininas e mais 'picantes'", disse Elmer.
Ele comentou que vários usuários têm indagado se algumas das vozes seriam de celebridades. Elmer não negou ou confirmou se este seria o caso. Elmer acredita que grande parte dos voluntários que enviam as gravações são "pessoas comuns que querem contribuir com uma diferença positiva no mundo".
De acordo com ele, a equipe ainda não teve que censurar nenhuma das gravações oferecidas pelos voluntários. No entanto, ele explica que alguns problemas técnicos em certos clipes obrigam os administradores a tirá-los da página.
Segundo Elmer, a intenção do Porn for the Blind é "oferecer descrições de todas as páginas pornográficas disponíveis na Internet".
BBC Brasil
Antes de cada gravação, o locutor informa o endereço do site que está descrevendo para que os cegos possam acessar a página e então inicia a descrição das cenas de forma clara e direta com detalhes do cenário, cores, personagens e ambiente para que o usuário possa "imaginar" o que está se passando no vídeo.
O site, fundado em 2006, passou a aumentar gradualmente sua audiência desde que disponibilizou um software que permite que internautas voluntários gravem as descrições pornôs em áudio.
Segundo um dos fundadores, identificado como Elmer, desde que o sistema foi disponibilizado, em agosto de 2007, o site conta com 30 arquivos de áudio. Em entrevista à BBC Brasil, ele afirmou que o resultado tem sido positivo, mas que os usuários ainda pedem melhorias.
"A maioria das gravações até agora foi feita por homens e os usuários pedem mais clipes com vozes femininas e mais 'picantes'", disse Elmer.
Ele comentou que vários usuários têm indagado se algumas das vozes seriam de celebridades. Elmer não negou ou confirmou se este seria o caso. Elmer acredita que grande parte dos voluntários que enviam as gravações são "pessoas comuns que querem contribuir com uma diferença positiva no mundo".
De acordo com ele, a equipe ainda não teve que censurar nenhuma das gravações oferecidas pelos voluntários. No entanto, ele explica que alguns problemas técnicos em certos clipes obrigam os administradores a tirá-los da página.
Segundo Elmer, a intenção do Porn for the Blind é "oferecer descrições de todas as páginas pornográficas disponíveis na Internet".
BBC Brasil
sábado, 26 de abril de 2008
Celular com rádio FM
Em um momento em que as empresas de celulares investem em aparelhos cada vez mais tecnológicos, um celular simples e com funções que dão conta do recado é algo raro de se achar. Com design inspirado nos modelos mais finos da Motorola, o Moto FM tem rádio programado para a recepção de todas as estações Oi no país e armazena até dez estações de rádios FM.
Hiperligação sinônimo ou variação de hiperlink.
Uma hiperligação, ou simplesmente uma ligação (também conhecida em português pelos correspondentes termos ingleses, hyperlink e link), é uma referência num documento em hipertexto a outro documento ou a outro recurso. Como tal, pode-se vê-la como análoga a uma citação na literatura. Ao contrário desta, no entanto, a hiperligação pode ser combinada com uma rede de dados e um protocolo de acesso adequado e assim ser usada para ter acesso direto ao recurso referenciado. Este pode então ser gravado, visualizado ou mostrado como parte do documento que faz a referência.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Publicidade móvel deverá movimentar US$ 2,7 bilhões em 2008, diz Gartner
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 02 de abril de 2008 às 15h11
São Paulo - Impulsionada por melhor usabilidade nos aparelhos, receita movimentada pela publicidade móvel crescerá 58% atingindo US$ 2,7 bilhões.
A receita movimentada pela publicidade em telefones celulares chegará a 2,7 bilhões de dólares em 2008, segundo projeção divulgada pelo Gartner nesta segunda-feira (31/03), aumento de um bilhão de dólares em relação a 2007.Até 2011, o setor deverá atingir receita de 12,8 bilhões de dólares, de acordo com a consultoria.
> Empresas de internet querem seu celular
O crescimento de 58% na receita global na comparação ano a ano foi impulsionado, segundo o Gartner, por avanços na área, como a diminuição no número de vezes que o botão precisa ser clicado até o conteúdo, no uso da câmera para melhorar a experiência do usuário e na integração de conteúdo segundo a localização do aparelho.
Ainda que tenha um grande potencial de crescimento, dada a alta penetração até mesmo em países em desenvolvimento, a publicidade móvel ainda tem que enfrentar problemas que, segundo o Gartner, podem diminuir o crescimento da receita nos próximos anos.Entre as principais dificuldades, estão baixa penetração de aparelhos com capacidades multimídia, falta de aceitação dos usuários, falta de métricas para medição de resultados e diversidade de plataformas, algo que o Google está tentando combater com seu projeto Android.
Muitas destas questões serão resolvidas nos próximos dois anos, mas a questão principal da propaganda móvel é: "os clientes aceitarão propagandas e poderão marcas e anunciantes gerar receita pelo modelo?", pergunta Tole Hart, diretor de pesquisa do Gartner.
Publicada em 02 de abril de 2008 às 15h11
São Paulo - Impulsionada por melhor usabilidade nos aparelhos, receita movimentada pela publicidade móvel crescerá 58% atingindo US$ 2,7 bilhões.
A receita movimentada pela publicidade em telefones celulares chegará a 2,7 bilhões de dólares em 2008, segundo projeção divulgada pelo Gartner nesta segunda-feira (31/03), aumento de um bilhão de dólares em relação a 2007.Até 2011, o setor deverá atingir receita de 12,8 bilhões de dólares, de acordo com a consultoria.
> Empresas de internet querem seu celular
O crescimento de 58% na receita global na comparação ano a ano foi impulsionado, segundo o Gartner, por avanços na área, como a diminuição no número de vezes que o botão precisa ser clicado até o conteúdo, no uso da câmera para melhorar a experiência do usuário e na integração de conteúdo segundo a localização do aparelho.
Ainda que tenha um grande potencial de crescimento, dada a alta penetração até mesmo em países em desenvolvimento, a publicidade móvel ainda tem que enfrentar problemas que, segundo o Gartner, podem diminuir o crescimento da receita nos próximos anos.Entre as principais dificuldades, estão baixa penetração de aparelhos com capacidades multimídia, falta de aceitação dos usuários, falta de métricas para medição de resultados e diversidade de plataformas, algo que o Google está tentando combater com seu projeto Android.
Muitas destas questões serão resolvidas nos próximos dois anos, mas a questão principal da propaganda móvel é: "os clientes aceitarão propagandas e poderão marcas e anunciantes gerar receita pelo modelo?", pergunta Tole Hart, diretor de pesquisa do Gartner.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Pesquisa revela,Lan house é o principal local de acesso à internet.
Com redução de impostos, aumenta o uso de computadores no país
As lan houses se tornaram, no ano passado, o principal local de acesso à internet no Brasil. Uma pesquisa divulgada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) mostrou que 49% dos internautas acessam a rede mundial em centros públicos pagos. O levantamento ainda aponta que 40% usam em casa, 24% se conectam no trabalho e 24%, na casa de outra pessoa. As lan houses são o principal ponto de acesso dos internautas de baixa renda, mas mesmo os jovens que têm computador com banda larga em casa usam eventualmente esses locais pagos. Entre os freqüentadores de lan house, 78% têm renda familiar de até um salário mínimo. No segmento com renda superior a cinco salários, o uso do centro pago diminui para 30%. - A participação da lan house cai quando perguntamos qual é o principal local de uso - informa Mariana Balboni, gerente do Cetic.br. O centro de estudos pertence ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC.br), entidade sem fins lucrativos responsável pelo registro dos endereços de internet com final .br. O levantamento mostrou os bons resultados da chamada Lei do Bem, que cortou impostos federais sobre a venda de PCs. O resultado é que 53% da população brasileira já usou um computador. Pela primeira vez a pesquisa, que ouviu pessoas acima de 10 anos, encontrou mais gente com acesso a um micro do que quem não teve. O total de pessoas que se conectaram à rede mundial nos últimos três meses saltou de 35,3 milhões em 2006 para 44,9 milhões. De certa forma, a pesquisa mostra o contraste de resultados de dois tipos de política pública. A Lei do Bem, que reduziu impostos e incentivou o mercado, fez com que a posse de computadores passasse de 17% dos lares em 2005 para 24% em 2007. Entre quem ganha de três a cinco salários mínimos, o aumento saltou de 15% para 40%. Contribuiu também para a proliferação das lan houses, que eram usadas por 49% dos internautas no ano passado. A criação de centros gratuitos de acesso, chamados telecentros, não mostrou resultados tão bons. Muitas vezes estão sob a responsabilidade direta da administração pública. Em 2007, atendiam a 6% dos internautas. O percentual é o dobro de 2006. Mesmo assim, mostram-se uma solução bem menos efetiva que as lan houses. Além da falta de renda, a educação deficiente é um obstáculo importante à inclusão digital. Como conseqüência, 55% das pessoas que nunca usaram a internet apontaram a “falta de habilidade” como motivo.
Fonte: Jornal Zero Hora Edição
Em http://afarias.blog.br/wp/?p=354
As lan houses se tornaram, no ano passado, o principal local de acesso à internet no Brasil. Uma pesquisa divulgada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) mostrou que 49% dos internautas acessam a rede mundial em centros públicos pagos. O levantamento ainda aponta que 40% usam em casa, 24% se conectam no trabalho e 24%, na casa de outra pessoa. As lan houses são o principal ponto de acesso dos internautas de baixa renda, mas mesmo os jovens que têm computador com banda larga em casa usam eventualmente esses locais pagos. Entre os freqüentadores de lan house, 78% têm renda familiar de até um salário mínimo. No segmento com renda superior a cinco salários, o uso do centro pago diminui para 30%. - A participação da lan house cai quando perguntamos qual é o principal local de uso - informa Mariana Balboni, gerente do Cetic.br. O centro de estudos pertence ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC.br), entidade sem fins lucrativos responsável pelo registro dos endereços de internet com final .br. O levantamento mostrou os bons resultados da chamada Lei do Bem, que cortou impostos federais sobre a venda de PCs. O resultado é que 53% da população brasileira já usou um computador. Pela primeira vez a pesquisa, que ouviu pessoas acima de 10 anos, encontrou mais gente com acesso a um micro do que quem não teve. O total de pessoas que se conectaram à rede mundial nos últimos três meses saltou de 35,3 milhões em 2006 para 44,9 milhões. De certa forma, a pesquisa mostra o contraste de resultados de dois tipos de política pública. A Lei do Bem, que reduziu impostos e incentivou o mercado, fez com que a posse de computadores passasse de 17% dos lares em 2005 para 24% em 2007. Entre quem ganha de três a cinco salários mínimos, o aumento saltou de 15% para 40%. Contribuiu também para a proliferação das lan houses, que eram usadas por 49% dos internautas no ano passado. A criação de centros gratuitos de acesso, chamados telecentros, não mostrou resultados tão bons. Muitas vezes estão sob a responsabilidade direta da administração pública. Em 2007, atendiam a 6% dos internautas. O percentual é o dobro de 2006. Mesmo assim, mostram-se uma solução bem menos efetiva que as lan houses. Além da falta de renda, a educação deficiente é um obstáculo importante à inclusão digital. Como conseqüência, 55% das pessoas que nunca usaram a internet apontaram a “falta de habilidade” como motivo.
Fonte: Jornal Zero Hora Edição
Em http://afarias.blog.br/wp/?p=354
terça-feira, 1 de abril de 2008
Audiência da web 2.0 na internet residencial Brasileira:
Sites de vídeo
5,57
Comunidades e blogs
11,09
TV por broadcast
3,52
Notícias e informações
8,95
Compartilhamento de arquivos
5,84
Aplicativos de comunicação
10,49
Fonte: Ibope/NetRatings
Sites de vídeo
5,57
Comunidades e blogs
11,09
TV por broadcast
3,52
Notícias e informações
8,95
Compartilhamento de arquivos
5,84
Aplicativos de comunicação
10,49
Blogs como o nosso influencia nas decisões de compras, opiniões, comportamento dos adolescentes de hoje que convergem na web 2.0.Comunidade no orkut também é um influênciador, sites de relacionamento tem cada vez mais aumentado o numero de visitantes.Diversas empresas estão mudando sua forma de comunicar, deixando de lado o SAC por telefone, e passando a atender seus clientes por esses sites de relacionamento que dão muito mais resultado.A web 2.0 ainda vai revolucionar ainda mais a forma de comunicar das pessoas e das empresas,ainda é só o começo.
gente comentem, participem, pesquisem mais dados para complementar esse inicio de pesquisa, com certeza acharemos muitas coisas mais interessantes sobre o assunto.
Fonte: Ibope/NetRatings
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