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terça-feira, 29 de abril de 2008

Anatel e operadoras assinam contratos de 3G...

Nesta terça-feira, 29/04, Claro, Vivo, TIM, Oi, CTBC e Telemig Celular assinaram os contratos de 3G na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), em cerimônia realizada pela manhã.
A TIM anunciou que a partir de 1º de maio oferecerá o serviço nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo, utilizando a freqüência de 2.1GHz adquirida no leilão.
Desde 16/04, a operadora mantém rede 3G em operação em seis cidades: Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador, usando a freqüência de 850 MHz, que já tinha sido adquirida anteriormente. Além da TIM, Claro, Telemig Celular, CTBC também têm ofertas de 3G.
Entenda a demora na assinatura dos contratos
O leilão de 3G foi realizado em dezembro, mas apenas há cerca de uma semana o
TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou o negócio. A análise do TCU considerou três aspectos: exame de viabilidade da concessão ou permissão; exame do edital e da minuta dos contratos, exame da habilitação e do julgamento das propostas. A aprovação de todas elas foi unânime.
Claro, Vivo, TIM, Oi, CTBC e Telemig Celular adquiriram faixas de freqüência de 1,9GHz e 2,1GHz, para oferecer serviços em diversos estados do Brasil. O valor total chegou em R$ 5.338.728.474,08, com ágio de 86,67% sobre os R$ 2.859.913.737,08 estimados pelo Governo.

Primeiro dicionário da língua portuguesa foi digitalizado e está na Web

O primeiro dicionário da língua portuguesa foi inteiramente digitalizado por alunos e docentes do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) e já está disponível para consulta pública e gratuita na Internet. O trabalho de digitalização, que durou cerca de um ano e meio, contou com apoio financeiro da Biblioteca Guita e José Mindlin. Trata-se do Vocabulário portuguez e latino, de autoria do padre Raphael Bluteau (1638-1734), que nasceu em Londres e mudou-se para Portugal em 1668.
Os primeiros oito volumes que compõem o dicionário foram publicados ao longo de dez anos: volumes 1 e 2 em 1712, volumes 3 e 4 em 1713, volume 5 em 1716, volumes 6 e 7 em 1720 e o volume 8 em 1721. Juntaram-se a esses oito volumes dois suplementos publicados entre 1727 e 1728, contendo mais de 5 mil vocábulos que não constavam nas edições anteriores.
Para padronizar as relações entre as ciências humanas e as tecnologias da informática, o projeto incluiu ainda a criação de um sistema de busca, em que o usuário pode procurar uma palavra tanto com base na ortografia atual como naquela empregada no século 18.
“O dicionário é composto por cerca de 43,6 mil verbetes. Um exemplo é a palavra açúcar, que na época se escrevia ‘assucar’. Além de poder encontrar esse vocábulo por meio dessas duas formas, o usuário pode buscá-lo com acento e sem acento”, disse a coordenadora do projeto Dicionários no IEB, Márcia Moisés Ribeiro, à Agência FAPESP.
“O sistema de busca permite ainda a navegação pelo dicionário por meio de cada letra do alfabeto”, conta. O projeto Dicionários no IEB tem como objetivo disponibilizar em versão digital dicionários de difícil acesso ao grande público.
Segundo a historiadora, esse tipo de iniciativa contribui para a preservação da obra enquanto documento raro, permitindo a maior divulgação do patrimônio cultural da língua portuguesa na rede mundial de computadores.
“Além de evitar o excessivo manuseio das obras raras, esse tipo de projeto permite o encurtamento das distâncias, gerando uma economia para as pesquisas com o deslocamento dos profissionais, principalmente nas ciências humanas como história, sociologia e letras", afirma.
A idéia de digitalizar o Vocabulário portuguez e latino, conta Márcia, surgiu em outro projeto de digitalização de obras raras, o Brasil Ciência, desenvolvido no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, entre 2002 e 2006, com apoio da FAPESP na modalidade Jovem Pesquisador.
“A proposta do Brasil Ciência foi digitalizar obras dos séculos 17 e 18 relacionadas ao pensamento científico brasileiro. O resultado foi a elaboração de um banco de dados digital com cerca de 800 documentos e 120 livros raros na íntegra, que também estão disponíveis no site do IEB para consulta pública e gratuita”, afirma a historiadora.
No âmbito do projeto Dicionários no IEB, Márcia explica que os próximos a serem trabalhados são os dicionários o Tesoro de La Lengua Guarani (1639), de Antonio Ruiz Montoya, o Diccionario Histórico e Documental (1899), de Souza Viterbo, e o Diccionario da Lingua Portuguesa (1813), de Antonio de Morais Silva.
“A digitalização dessas obras deve começar em maio e deverão estar on-line em um prazo de aproximadamente seis meses”, prevê.
*Do papel para a Web.

Robô Asimo vai reger apresentação de orquestra nos EUA ...

São Paulo, 29 de abril de 2008 - O humanóide Asimo da Honda será o maestro da apresentação da Orquestra Sinfônica de Detroit no dia 13 de maio.
O robô da Honda roubará a atenção na noite de abertura do primeiro concerto da temporada da OSD de Detroit com a perfomance "Impossible Dreams."
Um dos objetivos da iniciativa é chamar atenção para os programas educacionais da OSD, numa tentativa de encorajar crianças a se interessarem por música clássica. Recentemente, a Honda concedeu US$ 1 milhão para criar o fundo "The Power of Dreams Music Education", com o intuito de reforçar a educação das crianças pela música.

*cada vez mais a tecnologia nos surpreendendo.Comentem!!!

www.uol.com.br

terça-feira, 4 de março de 2008

Interação e Interatividade....

Diferenças entre interação e interatividade,“As relações e influências mútuas entre dois ou mais fatores, entes, etc. Isto é, cada fator altera o outro, a si próprio e também a relação existente entre eles” (Primo e Cassol, 1999) .Essas relações e influências podem se dar de diversas maneiras, seja na forma de difusão unilateral, como é o caso da TV e da imprensa, seja na forma de diálogo ou reciprocidade, como é caso da troca de correspondência, postal ou eletrônica. Em ambos os casos temos uma situação em que a mensagem não pode ser alterada em tempo real, o que faz com que a relação seja linear e o sistema fechado, mas que assim mesmo permite, segundo Lévy (1999:79) , que o destinatário decodifique, interprete, participe, mobilize seu sistema nervoso de muitas maneiras e sempre de forma diferente de outro destinatário, diferente inclusive de si mesmo.
A interatividade, é a possibilidade de transformar os envolvidos na comunicação, ao mesmo tempo, em emissores e receptores da mensagem. Dessa forma há uma superação das tradicionais relações interativas lineares. Não há mais separação entre emissor e receptor. Todo emissor é potencialmente um receptor e todo receptor é potencialmente um emissor, ambos produzem conjuntamente, codificam e decodificam ao mesmo tempo. Entretanto, apesar dessa potencialidade das tecnologias hipertextuais, nem tudo o que está disponível hoje na Internet apresenta essas características. Com isso o processo é interrompido, a dimensão criativa e libertária é bloqueada e a interatividade não se completa. Existem vários tipos de interatividade,entre elas: Mensagem linear não-alterável em tempo real (rádio..) ; Interrupção e reorientação do fluxo informacional em tempo real (Telefone..) ; Implicação do participante na mensagem(videogames com um único participante). É importante interatividade é analisarmos o tipo da empresa ou produto, o objetivo de comunicação e hipermídia.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A EVOLUÇÃO DA INTERNET


grande conquista do milênio foi o surgimento da Rede Mundial de Computadores. A Internet nasceu da soma de pequenas conquistas tecnológicas feitas por cientistas extraordinários. Uma das mais vitais para o funcionamento da rede é a capacidade de um único computador dividir sua atenção com diversos usuários no mesmo instante, num processo conhecido como tempo compartilhado. Michael Dcitouzos, uma das melhores cabeças do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, contribuiu Para isso acontecer no começo dos anos 60. Sem essa habilidade,
os chamados roteadores, computadores que controlam e direcionam o tráfego na Internet lidando simultaneamente com milhares de impulsos, não poderiam existir. Com a Guerra Fria os americanos optaram por montar uma rede sem hierarquia, com interconexões redundantes, uma espécie de ninho de serpente com milhares de cabeças e ao mesmo tempo sem cabeça alguma. De modo que se os soviéticos jogassem uma bomba sobre Washington ou qualquer
Outra grande cidade a rede de computadores continuaria funcionando sem interrupção. Essa foi a planta sobre a qual a Internet foi construída. todos já sabemos das enormes transformações que a
Internet vem causando nas comunicações, no trabalho, no comércio, no entretenimento. Essa rede de computadores
descentralizada, quase anárquica, é um verdadeiro fenômeno mundial. O Brasil não está alheio a essa "revolução". Pelo contrário, estamos entre os dez países que mais utilizam a Internet. O número de internautas brasileiros ultrapassa seis milhões. Os serviços bancários (home banking) são um dos mais adiantados do mundo. Também podemos sentir um crescimento acentuado no comércio eletrônico (e-commerce), considerando que a Internet comercial no país tem menos de cinco anos. Desde a entrada da sua versão comercial, a rede fez aparecer mais profissões que quatro décadas de inovações tecnológicas não tiveram êxito de criar. No Brasil, nos últimos quatro anos, foram abertas 60.000 vagas só em provedores de acesso, na avaliação da ABRANET, associação que reúne essas empresas. O International Data Corporation, IDC, calcula em mais de 770.000 as pessoas contratadas nos Estados Unidos apenas em 1999 pela indústria de Tecnologia da informação.Para 2002, a previsão é de 850.000 empregos em solo americano e mais de 2 milhões para o resto do mundo. O IDC calcula ainda, que só na Europa 1,4 milhão de vagas na indústria da tecnologia da informação deixarão de ser preenchidas por falta de mão-de-obra qualificada. Alguns economistas acreditam que o Brasil terá de fazer um grande esforço para melhorar a educação, já que o ingresso para se juntar à revolução da informação depende de profissionais qualificados.
"O grande desafio da Internet é conectar quem está fora dela por motivos econômicos ou ideológicos".
Usuários conectados na Internet :A Internet, já neste início do ano 2.000, surge como o mais vigoroso motor da economia mundial. O desenvolvimento acelerado desta rede mundial está engolindo a economia tradicional, fazendo surgir uma nova, antecipando o futuro. A Internet passou a ser Revista Veja Vida Digital , Pág. 86, dezembro 1999. Evolução da Internet no Brasil e no Mundo encarada definitivamente como um meio de comunicação de massa cujo potencial está mexendo com os fundamentos de tudo nesse setor - do rádio à televisão, da mídia impressa ao cinema. A associação de empresas da Internet tem um potencial ilimitado, reunindo produtores de conteúdo com canais de acesso abertos a milhões de pessoas, colocando um vasto e rico conteúdo ao alcance de todos os seus usuários. É muito difícil sabermos quantos usuários estão realmente ligados à Internet, levando-se em conta que esse número muda constantemente. Calcula-se que, em 1996, havia cerca de 50 milhões de usuários e hoje esse número passa dos 275 milhões.

Usuários conectados à Internet no mundo :
Em milhões Mundo Todo 275.54

África 2.46
Asia/Pacifico 54.90
Europa 71.99
Oriente Médio 1.29
Canadá & USA 136.06
América do Sul 8.79
Fonte: http://ftp.mct.gov.br/temas/info/Pesquisas/EvolInter.pdf

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A publicidade na Internet

Com certeza concordo com a pesquisa feita por Carol. Com o aperfeiçoamento da publicidade, juntamente com o da internet tornou possivel esse trabalho em equipe entre "publicidade e internet". O mundo da web tornou a nossa vida bem mais atualizada e de fácil acesso às noticias e para os publicitários abriu novos caminhos, não sendo só restritos a jornal, revista e televisão como eram anteriormente. Foi um desafio superado com exito. Porém, Com toda evolução tecnológica dos últimos tempos, os publicitários vão ter um novo desafio, que será vencer os limites da televisão digital.Qual será o proposta dessa vez para continuar mantendo a publicidade Brasileira exposta para todos que assistem televisão? Qual será o melhor caminho para tornar a publicidade parceira da TV digital?