Ainda sobre a palestra de Scott Donaton (essa palestra deu o que falar literalmente, todos os sites tem comentarios sobre!!!):
A integração da propaganda nas formas tradicionais da publicidade, intitulada entretenimento de marca, ou branded content, ou ainda brand entreteiment, foi o centro do debate com Scott Donaton, publisher da Advertising Age, durante o MaxiMidia deste ano. Ele fala sobre a união quase que obrigatória entre a publicidade e o entretenimento e evidencia que este encontro funciona para ambos os lados. Para esclarecer o assunto, o executivo conta que a campanha de lançamento do filme “Transformers” serviu como propaganda para brinquedos e automóveis
Há cinco anos, sabe-se que o foco dos anunciantes era a mídia tradicional. Com o desenvolvimento do entretenimento, surge também uma linha paralela aos meios tradicionais de propaganda. Este caminho aponta para os consumidores que buscam a mídia na Internet, por exemplo. Donaton usou um comercial da BMW para ilustrar esta tendência do consumidor moderno. Um anúncio publicitário diferenciado e direcionado para um público mais integrado com as mídias modernas gerou um grande retorno para as marcas e agregou valor para elas. Para Scott Donaton, a Internet estende a experiência com a marca.
O que importa é a idéia:
Seguindo a característica das estratégias de marketing de ousar, arriscar novas formas de se comunicar com o consumidor, Donaton mostrou que é preciso ter autorização para falhar e desta forma experimentar novas idéias e aprender com os erros cometidos. Por outro lado, muitas campanhas de marketing obtêm o retorno planejado mesmo quando criadas de forma inovadora. A marca de fast-food Burger King realizou uma campanha que integra o site da companhia à uma linha de vídeo game. Jogos conhecidos do público foram adaptados ao personagem da marca e se transformaram em sucesso nas vendas de produtos Burger King. “Isto é entretenimento de marca. A distribuição não importa, mas sim o público e os parceiros que estão integrados ao projeto”, diz Scott Donaton.
Mais informações no site :
http://www.mundodomarketing.com.br/2006/ver_reportagens.asp?cod=2302
terça-feira, 9 de outubro de 2007
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2 comentários:
Eu acredito no poder do Branding Entertainment, só não no cinema! Acho que as pessoas não vão assistir a um filme esperando ver merchandising ou propaganda. E o entretenimento de marca é realmente muito interessante quando oferece escolha e participação ao público. O marketing no cinema tem que ser implícito, discreto, se não quebra a áurea.
Maria, acho que os anunciantes vêm trabahando bem com entretenimento de marca também no cinema, sem desrespeitar "a áurea" do filme. O exemplo de "Transformers" é muito bom: os personagens do filme são carros e ao mesmo tempo brinquedos. Mas quem define como a marca será inserida no filme: os publicitários, o diretor do filme, o roteirista, o departamento de martketing do anunciante? Estamos entrando numa "guerra de poderes", ou numa "crise de identidade". Eu considero que temos que assumir o papel de comunicadores, e não mais de publicitários, estando aptos para trabalhar com conteúdo, independente do suporte.
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