A inteligência coletiva, através das conexões sociais via web tende a desconcentrar os poderes e valorizar a participação de cada indivíduo e visa usar a interatividade das comunidades virtuais,blogs,fóruns e wikis para construir e disseminar conhecimento partilhado, gratuito e atualizado que não seja apenas exclusivos de uma pessoa, país ou classe social isolada, mas dos crescentes coletivos que têm acesso à Internet.
Temas como “inteligência emergente” (Steven Johnson), “coletivos inteligentes” (Howard Rheingold), “cérebro global” (Francis Heylighen), “sociedade da mente” (Marvin Minsky), “inteligência conectiva” (Derrick de Kerckhove), “redes inteligentes” (Albert Barabasi), “inteligência coletiva” (Pierre Lévy), “capital social” (James Coleman e Robert Putnam) são cada vez mais recorrentes nas análises e debates sobre que apontam para uma mesma situação: estamos em rede, interconectados com um número cada vez maior de pontos e com uma freqüência que só faz crescer.
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