sábado, 29 de março de 2008
O que é hipermídia?
O que a Web 2.0 tem de diferente?
sexta-feira, 28 de março de 2008
Cientista alerta para o perigo do excesso de tecnologia
Kakabadse conduziu um pesquisa de pequena escala com 360 pessoas e observou que cerca de um terço dos entrevistados (33%) demonstrou sinais de vício em dispositivos como telefones celulares, Blackberries e outros aparelhos em que podem verificar suas mensagens com freqüência. Ela já escreveu um livro a respeito do vício em tecnologia e acha que a explosão tecnológica dos últimos 20 anos aconteceu sem cuidado. Para ela, a tentativa de aumentar a produtividade e a comunicação pode ter impactos negativos.
"As companhias oferecem tecnologias como PDAs e Blackberies e apenas esperam que as pessoas aprendam como usá-las. Elas não consideram os possíveis lados negativos. Novas tecnologias dão sensação de ter mais controle, mas isto pode ser apenas sensação", explicou ao blog de tecnologia do New Scientist, acrescentando que é necessário prestar atenção e monitorar tais usos.
Um dos caminhos já estaria sendo seguido por algumas companhias, que têm políticas estritas quanto a emails, restringindo seu acesso em alguns períodos e escolhendo dias em que mensagens eletrônicas não podem ser trocadas.
A cientista acredita, ainda, que seria ideal que tecnologias que podem se tonar habituais viessem com avisos sobre os riscos de vício, como acontece hoje nos cigarros, além de informações sobre como diagnosticar e controlar o uso excessivo.
Entre os sintomas do vício em tecnologia estão a verificação de mensagens do trabalho em horas de lazer, ter mais amigos online que na vida real e dispensar períodos de lanche e descanso para gerenciar mensagens de email.
terça-feira, 25 de março de 2008
Doença de nosso tempo:A dependência da internet
Ficar longe de e-mails e sites sociais provoca ansiedade
O conceito de dependência como doença surgiu no século 19. Diz respeito a uma perda de controle, um desejo incontrolável, um transtorno da mente por alguma razão, como álcool ou outras drogas. Agora surge uma nova categoria de viciados: são os “netaholics”, ou “webaholics”.
São os dependentes de internet, pessoas que ficam completamente desnorteadas quando estão longe do e-mail, do MSN ou do Orkut. Uma ampla pesquisa com 5 mil pessoas, de 12 a mais de 50 anos, feita pela consultoria Solutions Research Group dos Estados Unidos, acaba de mapear o problema, diz o site de tecnologia Ars Technica.
Do total de entrevistados, 68% apresentam grau médio ou elevado de ansiedade quando estão longe do computador, do smartphone ou do celular. “Pânico”, “tensão”, “vazio”, “perda de liberdade” e “inadequação” foram algumas das expressões usadas para definir o incômodo. O estudo apontou distúrbios em quatro campos da nossa vida:
Segurança. Pessoas sem acesso instantâneo aos amigos ou à polícia sentem-se mais vulneráveis.
Trabalho. O sentimento é de perder oportunidades ou não corresponder às expectativas do chefe.
Vida social. A idéia de não receber um convite para uma festa ou uma conversa online é insuportável.
Organização. Há quem só consiga programar a vida com a ajuda do Treo ou do Blackberry.
A pesquisa também dividiu os hábitos e os comportamentos adotados pelos entrevistados de acordo com a idade:
Adolescentes. Usam mensagens de texto por celular, programas de mensagens instantâneas como MSN e sites sociais como Facebook, MySpace e Orkut. Não conseguem se concentrar na lição de casa e dormem mal.
Jovens adultos. Usam email e MSN. Somem dos amigos e levam o celular até para o chuveiro.
Adultos. Utilizam e-mail pelo computador e também por meio de smartphone. Sentem pânico por estar desconectados do trabalho.
Idosos. Ainda são minoria, apesar do prognóstico da revista Economist do aumento do uso de sites sociais na terceira idade nos próximos anos.
Inúmeros estudos já aprofundaram o tema. A psiquiatra americana Kimberly Young, autora do livro Caught in the Net (Apanhado na Rede), recusa o rótulo de doença para o problema, já que o hábito traz benefícios ao usuário, ao contrário do que acontece com a dependência de substâncias químicas.
A discussão chegou ao Brasil. A Universidade Federal de São Paulo atende gratuitamente viciados em internet no Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes. Um grupo de psicólogos e psiquiatras dá conselhos online – sim, online – por intermédio do site www.dependenciadeinter net.com.br aos usuários que desejam, simplesmente, voltar a usar o mundo virtual sem prejuízo do que realmente importa: a vida real.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Inteligência Coletiva
Temas como “inteligência emergente” (Steven Johnson), “coletivos inteligentes” (Howard Rheingold), “cérebro global” (Francis Heylighen), “sociedade da mente” (Marvin Minsky), “inteligência conectiva” (Derrick de Kerckhove), “redes inteligentes” (Albert Barabasi), “inteligência coletiva” (Pierre Lévy), “capital social” (James Coleman e Robert Putnam) são cada vez mais recorrentes nas análises e debates sobre que apontam para uma mesma situação: estamos em rede, interconectados com um número cada vez maior de pontos e com uma freqüência que só faz crescer.
Comerciais de TV com seus dias contados
quinta-feira, 20 de março de 2008
Um estudo sobre interatividade no jornalismo impresso.
Jornalismo e Interatividade
A comunicação interpessoal é caracterizada pelo diálogo. Buscamos constantemente o máximo de verdade no que o outro diz. A comunicação à distância diminui a troca aumentando a incerteza. Com os meios de comunicação de massa não há troca (Não-comunicação). O desenvolvimento da cibernética tem feito com que haja maior interação entre emissor e receptor. Jornais que acrescentaram o e-mail dos colunistas ao lado de suas colunas tiveram o fluxo de correspondência de leitores alterado. Leitores que enviam cartas querem vê-las publicadas para que provoque algum resultado. Já o e-mail é como uma conversa, um desabafo.
A interatividade mudou o papel do leitor. Agora ele não é só receptor de informações, ele tem o poder de participar, dar sua opinião e interagir com o meio, passando a ser emissor e receptor ao mesmo tempo.
Conceituando Interatividade
Interatividade transmissional é aquela em que o usuário faz escolhas sem canal de retorno (unidirencional). Na interatividade consultacional o usuario escolhe por iniciativa propria o que irá fazer e há um canal de retorno (bidirecional). A interatividade conversacional é quando o usuario produz e transmite informação (bidirecional). E interatividade registracional é aquela em quem a midia registar e responde ao usuario (bidirecional).
Alguns exemplos de interatividade transmissional são : rádios, televisão e multimídia. Interatividade consultacional: www e enciclopédias em CD-ROM.
Interatividade conversacional : telefone e correio eletronico. Interatividade registracional: enquetes e guias inteligentes.
A PESQUISA COM OS COLUNISTAS : Metodologia
Um questionário com 25 questoes foi enviado a 223 colunistas de 14 jornais em 8 estados. O perfil dos colunistas respondentes é predominantemente masculino, com mais de 40 anos de idade, mais de 20 de profissao emenos de 10 como colunista.
A maioria dos colunistas tem seu e-mail divulgado na coluna há menos de 4 anos possibilitando a comparação com a época em que ainda não divulgavam seus e-mails.
A PESQUISA COM OS COLUNISTAS :
Análise dos resultados
O numero de cartas e fax enviados por leitores "nunca é superior a 20, enquanto o número de telefonemas só ultrapassa essa faixa em um terço dos casos". Os colunistas recebem em média 20 e-mails por semana e algumas colunas registram mais de 100 e-mails por semana. A maioria dos e-mails é respondida pelo próprio colunista. O perfil do leitor que encia o e-mail é diferente do que usa outros tipos de contato. As cartas vêm de leitores mais humildes e sem acesso a computador" e o e-mail é enciado por leitores mais abonados. O leitor que envia e-mails é mais jovem e " mais culto, critico, observador e deseja manter um contato mais rotineiro". Quase toda carta era crítica e hoje o foco é outro.
O número de e-mail enviados tende a aumentar conforme o e-mail do colunista ficar mais conhecido. A tendência é que com o passar dos anos mais e-mails e menos cartas sejam enviadas pois o preço dos comutadores e do acesso a internet será cada vez mais baixo permitindo que mais pessoas façam uso desse recurso. Escrever cartas é um processo mais longo e trabalhoso. A pessoa tem de sentar, pegar papel e caneta, escrever, providenciar envelope, levar ao correio, selar, pagar.
CONCLUSÃO : Para além da interatividade
Depois do surgimento do e-mail, o número de cartas diminuiu dráticamente na maioria dos jornais. A função mercadologica de "disponibilizar interatividade" é clara. "Todos procuram interatividade na mídia ". "Se uma mídia não ouvir seu publico, vai a falência." Agora os colunistas tem em suas caixas de e-mail, além de muito "lixo" e spams, opinioes, criticas, sugestoes, um material amplo para auxilia-los na escrita de novas colunas e artigos.
"Interatividade é quase amizade". O leitor quer que o colunista saiba sua opiniao independentemente desta ser publicada ou de conseguir convence-lo. A maior gratificação do leitor é a resposta. Ele só ser ser ouvido, quer atenção.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Qual a maior gafe de uma marca na web?
Crescimento do consumo de mídias digitais
TV POR ASSINATURA E INTERNET BANDA LARGA
A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) e o Sindicato das Empresas de TV por Assinatura (SETA) anunciam que a base total de assinantes de TV paga cresceu 13% no ano passado, em relação a 2006, chegando a 5,3 milhões de residências em todo o Brasil.
Já os usuários de internet em alta velocidade via cabo somaram 1,8 milhão, em 2007, número 47% maior que o registrado em 2006.
Os dados fazem parte do 'Levantamento Setorial - Operadoras do ano de 2007', que mostra ainda que o crescimento da base de assinantes, tanto de TV por assinatura quanto de internet banda larga, impulsionou o faturamento bruto do setor, que foi de 6,7 bilhões de reais em 2007 ou 22% superior ao montante acumulado em 2006.
CELULARES
A base de usuários de telefone celular ativos no Brasil ultrapassou os 124 milhões em fevereiro, segundo dados preliminares da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O número representa um aumento de 1,2 milhões de assinantes em relação ao mês de janeiro, quando o país contabilizou 122,8 milhões de usuários ativos.
Em comparação com fevereiro de 2007, quando o País registrava cerca de 101 milhões de usuários de celular, o número de assinantes cresceu 22,6%.
INTERNET NO MUNDO
O número de pessoas que acessam a internet atingiu 824 milhões em janeiro de 2008, um crescimento de 10,4%, de acordo com estudo divulgado nesta terça-feira (18/03) pela empresa de pesquisa comScore.
A pesquisa mostra que a internet já deixou de ser uma mídia centrada nos Estados Unidos, para se transformar em global. Hoje, 21% das pessoas que acessam a internet são dos Estados Unidos. Em 1996, eram 66%. “O crescimento do número de usuários de internet nos Estados Unidos reduziu-se, enquanto muitos países asiáticos e do Leste europeu continuam a acrescentar novos internautas em uma taxa muito rápida”, diz o estudo “Digital World: State of the Internet”.
A internet, segundo o estudo, é uma importante fonte de notícias para a maioria dos usuários. O ranking com as 10 maiores marcas globais mostra uma grande diversidade dos países de origem, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, China e Coréia do Sul.
As três maiores marcas globais de internet são Google, Yahoo e o Baidu, site de buscas chinês.
Redes sociais e vídeo online
O estudo identifica que o número de pessoas que visitam sites de relacionamento – como Orkut, MySpace, Facebook, LinkedIn, cresceu 34% no período de 12 meses, atingindo 530 milhões pessoas. Atualmente, de cada três pessoas que acessam a internet, duas navegam em redes sociais. O MySpace e o Facebook, segundo a comScore, atraem mais de 100 milhões de visitas por mês.
O vídeo online se transformou no formato dominante de entretenimento na web, graças a popularidade do YouTube que atraiu mais de 250 milhões de visitas globais em janeiro, diz a comScore.
Os dados da comScore incluem acessos de casa e do trabalho. Não são contabilizados visitas de computadores públicos, como cibercafes, e telefones celulares e PDAs.
Distribuição web
A Ásia/Pacífico é a região com o maior número de internautas: 308,8 milhões, um crescimento de 13,9%. Em seguida vem a Europa (232,8 milhões), América do Norte (183,8 milhões), América Latina (59 milhões) e Oriente Médio e África (39,9 milhões).
A América Latina é a região do mundo com a segunda maior taxa de crescimento (16,6%), atrás apenas do Oriente Médio e da África (20,2%).
terça-feira, 11 de março de 2008
Convergência digital e as Empresas de Mídia
O consumidor já está com comportamento multimídia. Cerca de 70% dos Americanos acessam mais de uma mídia simultaneamente, sendo que 30% da audiência de 18 a 33 anos acessam mais de 3 mídias ao mesmo tempo. No dia a dia, a Sra. Audiência está muito mais conectada (em média 11h/dia na web e 6h/dia na TV) e tem como rotina provável: jornal pela manhã, internet à tarde, PDA/Celular em trânsito, TV à noite.
A Audiência não se contenta mais em ser passiva, transformando-se no agente da informação, gerando e publicando conteúdo em larga escala, criando centros de notícias, Blogs, desenvolvendo e participando de grupos temáticos e/ou sociais, com códigos e linguagens próprios e com atualização em tempo real.
Para a Convergência de Mídias acontecer foi preciso desenvolver novas tecnologias que permitissem a sua efetivação, enfocando a plena conectividade e a probabilidade do “any time, any where”. Muito já se avançou em termos tecnológicos, mas a convergência engloba muito mais que isso. Nela se inserem os negócios, os mercados, as iniciativas públicas, a regulação etc.
Trata-se de um setor em que os conteúdos, aplicações e serviços são elementos-chave. Surgem, portanto, numerosas oportunidades para as empresas em áreas como a geração de conteúdo ou os sistemas de distribuição, que podem ser acessados de diferentes redes.
E que tipo de negócio sustenta e sustentará isto? Vemos a chegada cada vez mais próxima de um modelo de publicidade local, interativa, pulverizada, multimídia e surround. As empresas de comunicação vão ter que reaprender a vender, criando “planos de multimídia”. As agências de publicidade e os anunciantes também precisarão mudar para atender seus clientes e atingir a Sra. Audiência.
Outro desafio são as métricas necessárias para pricing e para avaliação de resultados, que ainda não estão prontas. Estão sendo feitos esforços como o XMOS (Cross Media Optimization Study) e o AdsML, para padronizar tecnologicamente e mercadologicamente os anúncios, mas ainda não estão disponíveis.
Conseqüentemente, os processos de produção também estão mudados. Um dos aspectos é a organização e implantação, com uso intensivo de tecnologia, das Redações Multimídia para geração de conteúdos multimídia. Outro fator é a disponibilização das informações em tempo real, obrigando a publicação de sucessivas versões com acertos subseqüentes e públicos. Muitas destas iniciativas ainda trazem a carga cultural da origem de seus produtores, seja jornal, rádio ou TV. Mas, aos poucos, novas experiências de linguagens vêm sendo experimentadas.
A distribuição para várias mídias em tempo real endereça as facilidades dos padrões XML para que os conteúdos possam ser adaptados aos diversos dispositivos (Tablóides, Web, PDA. Telefone, tablet PC, Painéis...) e para que possam ser integrados aos sistemas aplicativos que os organizam, classificam e selecionam, visando atender de forma personalizada a Sra. Audiência.
Neste cenário, os dispositivos de recepção para o trabalho, domésticos ou pessoais, com facilidades multimídia, têm terreno fértil para prosperarem, mas não causarão a revolução nos hábitos. Esta revolução já foi feita e seus efeitos estão sendo irradiados em altíssima velocidade.
terça-feira, 4 de março de 2008
Interação e Interatividade....
A interatividade, é a possibilidade de transformar os envolvidos na comunicação, ao mesmo tempo, em emissores e receptores da mensagem. Dessa forma há uma superação das tradicionais relações interativas lineares. Não há mais separação entre emissor e receptor. Todo emissor é potencialmente um receptor e todo receptor é potencialmente um emissor, ambos produzem conjuntamente, codificam e decodificam ao mesmo tempo. Entretanto, apesar dessa potencialidade das tecnologias hipertextuais, nem tudo o que está disponível hoje na Internet apresenta essas características. Com isso o processo é interrompido, a dimensão criativa e libertária é bloqueada e a interatividade não se completa. Existem vários tipos de interatividade,entre elas: Mensagem linear não-alterável em tempo real (rádio..) ; Interrupção e reorientação do fluxo informacional em tempo real (Telefone..) ; Implicação do participante na mensagem(videogames com um único participante). É importante interatividade é analisarmos o tipo da empresa ou produto, o objetivo de comunicação e hipermídia.